Monday, September 29, 2008

Flutuo..balanço é que o maré me dá e eu não contesto!

Quando a vida nos puxa o tapete...
Quando a estrada fika interrompida...
Quando o destino faz das suas...
Quando o mundo já nada nos diz...
Quando tudo isso acontece...É quando eu paro!

PARO! E olho à minha volta, como se todo o mundo viajasse à velocidade da luz e eu permanecesse aqui, estática e imóvel, sem forças para reagir...

Este é um desses momentos...eu olho mas nunca consigo ver...aquilo que o meu cérebro processa são apenas imagens de um filme que achamos já ter visto, mas cujo nome não nos recordamos, aqueles filmes das tardes de chuva que estão a passar na tv e que vemos só por ver...

Eu olho...e não vejo onde estou, não vejo para onde quero ir...e não percebo como vim aqui parar!
Desconheço as vozes que me rodeiam, as caras que me sorriem...desconheço a minha(???) casa, as palavras que escrevo, as frases que solto...

Não arranjo mais sentido para o que quero, para o que queria (ou achava que queria), não arranjo justificação para as minhas lágrimas, para a angústia que me persegue, para o nó que sinto no coração...

Porque mais do que nunca sabia bem ter um porto de abrigo, e eu nunca o quis...e agora no desamparo da dúvida, nada me faz mais falta!

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