Monday, May 25, 2009

Dead Ends...

Strangely, the sudden rush appears as the only possible exit to my life…Running around in circles appears to be the meal of the day and my life resembles more than ever to a psychedelic existentialist movie. Where to go? When to stop? ….

I couldn’t help at wonder…When is it up to you to stop the vicious? When does it come the moment where is your own heart telling your mind to stop? My endless doubts make me delay the days...hoping for a sign that always comes under the wrong disguise!
Losing control over my mind, over my heart, over my life…searching for something that I don’t even know what it is…Hiding under the superficial embracing feeling of security, of familiarity…as if living in a place that feels like home would ever replace the need of a home…would ever replace the need of my own shelter.

Making movies and fairytales was always my trademark…maybe it’s time to wake up..to definitely leave behind those ambiguous feelings..to cut the core and end it all up!

Cause deep down on me I know that you and me will never become “we”…

Monday, November 03, 2008

FairyTales don´t always have an happy ending...

Limpar lágrimas salgadas do meu rosto, enquanto remoo os caminhos penosos na minha cabeça, num canto escuro, perdida, nunca foi a minha perdição...
Embora o destino tantas vezes tivesse imposto que o fizesse, ainda hoje o faz, a garra que ecoa eternamente dentro de mim, faz-me sentir demasiado altiva para me assumir como tamanho reflexo de miséria emocional!
Os meus olhos quentes, para alguns, tornam-se donos de uma frieza tal, em tais momentos, que não permitem que nenhuma lágrima seja derramada...E o meu cérebro entra em modo automático, por forma a assimilar só aquilo que consegue processar... Tudo o resto fica em satnd-by, à espera do momento em que eu tenha a maturidade e o distanciamento necessário para analisar com sensatez aquilo que na minha vida acontece.

Há quem lhe chame negação, eu muitas vezes também assim pensei, mas hoje sei que não...sei que a isso se chama crescer! O que eu não percebo hoje, o que eu não entendo, pode nem sempre depender só de mim fazê-lo; então porquê penar estradas já percorridas, se corro o risco de continuar a desconhecer o seu "porquê"?

Na simplicidade do despojamento, encontram-se também as mais puras verdades, e as mais claras das catarses...Não preciso de terapias para saber quem sou, para saber como sou feliz ou o quando sou feliz, para saber o que me magoa ou até mesmo a razão da dor! Preciso sim, do momento, do presente, da existência que não prende, nem traz amarras passadas... O passado fez-me como sou, e nunca o reneguei (nem irei renegar), mas é o presente que me constrói, é o presente que me dá asas para poder chegar aonde eu quiser! E não guardo ilusões para o meu futuro, guardo, sim, sonhos...sonhos que poderão nunca realizar-se, mas sonhos que por fazerem parte do meu presente fazem-me sentir que o passado já ficou para trás há muito mais tempo, muito mais do que aquilo que eu julgava...
São sonhos que me prendem á vida, que me fazem sentir realizada só até por ousar acreditar que talvez um dia eles sejam realidade!

São esses instantes (e este é um deles) em que a água é tão mais cristalina, em que o sorriso que me invade a face não é definivel, muito menos explicável, em que tudo é tão perfeito que apetece parar o tempo, sair de mim, e rever-me neste poço sem fundo de seneridade e harmonia e paz! E pensar...pensar que o que dói ou já doeu, agora está bem e não foi necessário sofrer para que desaparecesse...Foi necessário assimilá-lo com a frieza dos assassinos, sem eufemismos, sem tocar ao de leve na ferida...

E cada dia é realmente uma dádiva! Cada dia em que se acorda, está apenas nas nossas mãos definir como o vamos encarar...Se como um outro qualquer, que se amontoa na monotonia da eistência sofrida, se como mais uma oportunidade que nos foi dada, por forma a começarmos de novo, com a vantagem de já sabermos tudo de errado que fizemos no passado...


"You are the bravest man I've ever met
You, unreluctant at treacherous ledge
Oh, you are the sexiest man I've ever been with
Oh, you, never hotter than with armor spent
When you do what you do to provide
How you land in the soft as you fortify

This is in praise of the vulnerable man
Why won't you lead the rest of your cavalry home?

You, with your eyes, mix strength with abandon
You, with your new kind of heroism
And I bow, and I bow down to you
To the grace that it takes to melt on through

This is in praise of the vulnerable man
Why won't you lead the rest of your cavalry home?
This is a thank you for letting me in
Indeed in praise of the vulnerable man

You are the greatest man I've ever met
You, the stealth setter of new precedents
And I vow, and I vow to be true
And I vow, and I vow to not take advantage

This is in praise of the vulnerable man
Why won't you lead the rest of your cavalry home?
This is a thank you for letting me in
Indeed in praise of the vulnerable man"

Actualmente, és o erro de que mais me arrependo...Desculpa por ainda não ter a maturidade de te manter na minha vida! Se é que é possível algum dia esquecer que te conheci...

Sunday, October 05, 2008

My celebrity look alikes

Wednesday, October 01, 2008

Porque só tu sabes dar-me o que eu preciso...



Sei que sabes que sim

E que para mim

És o mundo lá fora

Não há nada a fazer

Nem nada a dizer

Aqui e agora


Deixa à volta o mundo

Vai ser o que o tempo entender

Nem tu tens de o dizer

Só tens de o sentir

Se Sabes que Sim

e que para mim

És o mundo lá fora


Sei que és parte de mim

Estarás sempre aqui

Sei que não demoras

Não há nada a fazer

Nem nada a dizer

Aqui e agora


Monday, September 29, 2008

Flutuo..balanço é que o maré me dá e eu não contesto!

Quando a vida nos puxa o tapete...
Quando a estrada fika interrompida...
Quando o destino faz das suas...
Quando o mundo já nada nos diz...
Quando tudo isso acontece...É quando eu paro!

PARO! E olho à minha volta, como se todo o mundo viajasse à velocidade da luz e eu permanecesse aqui, estática e imóvel, sem forças para reagir...

Este é um desses momentos...eu olho mas nunca consigo ver...aquilo que o meu cérebro processa são apenas imagens de um filme que achamos já ter visto, mas cujo nome não nos recordamos, aqueles filmes das tardes de chuva que estão a passar na tv e que vemos só por ver...

Eu olho...e não vejo onde estou, não vejo para onde quero ir...e não percebo como vim aqui parar!
Desconheço as vozes que me rodeiam, as caras que me sorriem...desconheço a minha(???) casa, as palavras que escrevo, as frases que solto...

Não arranjo mais sentido para o que quero, para o que queria (ou achava que queria), não arranjo justificação para as minhas lágrimas, para a angústia que me persegue, para o nó que sinto no coração...

Porque mais do que nunca sabia bem ter um porto de abrigo, e eu nunca o quis...e agora no desamparo da dúvida, nada me faz mais falta!

Sunday, September 07, 2008

Enfim...

Se há coisa que me tira verdadeiramente do sério é a irracionalidade de certos individuos!

Se as coisas passaram, tiveram o seu final, o seu esclarecimento, porquê agir com a imaturidade de uma criança?

Será assim tão dificil admitir que por muito mimados que sejamos, admitamos uma vez na vida que nem sempre podemos ter aquilo que queremos? Que nem sempre podemos comandar tudo o que se passa na nossa vida?



Não sendo pessoa de me arrepender de nada do que faço, começo seriamente a pôr em causa esta minha filosofia! Com atitudes destas, realmente começo a preferir nunca ter deixado entrar certas pessoas na minha vida! Pessoas que partilharam o meu íntimo e que agora me viram as costas com rasgos de tal má educação que deixaria envergonhado o ser mais anti-social à face da terra!



E é claro, que aqui a menina, que não tem outro nome, porque serei sempre este poço de ingenuidade e bondade (!!!), ainda faz de tudo para tentar ficar de bem com toda a gente! O resultado: acho que ainda alimento é o ego destas personagens tiradas de novelas mexicanas com temperos de ficção cientifica! :PPPP



Enfim, dei todas as oportunidades para tentar salvar o que restava de uma amizade, mas até a minha paciência (e orgulho) têm limites!!!



Adeus! É tudo...já que não me pude despedir de ti na tua cara...faço-o agora na minha consciência!

Tuesday, September 02, 2008

I couldn't help at wonder....

O destino existe?
E não, não me refiro a essa ideia romântica, fatidica, de que nascemos com um caminho traçado, com um enredo já escrito, onde nos limitamos a interpretar o nosso papel....
Refiro-me a circunstâncias, a designios que nunca sabemos estarem-nos reservados, e a histórias às quais simplesmente não conseguimos fugir!

Olhando para tantos pedaços soltos que aqui já escrevi, para tantos dramas que digo que já vivi..sorrio! Aonde quer que vá, faça o que fizer, o resultado é sempre o mesmo; a minha praia é esta....sofrer!

Se é por me dar demasiado, se é por viver intensamente demais, se é por querer tudo e querê-lo já...O meu auto-conhecimento não chega a tanto! Mas a verdade é que se o destino existe, o destino parece trazer-me sempre de volta ao mesmo ponto...O que eu sempre pensei que estivesse reservado à adolescência de todos nós, todo aquele melodramatismo de se querer viver tantas mais vidas, tantas mais pessoas, tantos mais amores, ... parece-me perseguir desde então, com a previsão quase certa de que até na minha idade adulta irei padecer do mesmo mal...
Essa grande angústia de pensar!

Quem me conhece, e são poucos, sabem que sou uma mulher de paixões fogosas, que incandescem do nada e estranhamente se apagam com o desinteresse de quem não parece nunca se conseguir apegar a ninguém de verdade...Vêm e vão com o correr dos dias, como uma espécie de "novidade da semana" que me assolapou e que no dia seguinte já nem o nome pareço lembrar....
Depois há o outro lado, o extremo, que ano sim, ano não (estranhamente é um fenómeno sazonal) me faz encetar em amores impossíveis, daqueles que nem Freud se atreveria a estudar... Aqueles "amores que nos fazem mal" de tão doentios que o são, de tão intensos e avassaladores! A minha vida pára e o meu único objectivo passa a ser alimentar essa doença, essa obsessão de achar que a minha afeição é mezinha para todas as maleitas do sexo oposto...Ah...Os fracos e oprimidos! A minha grande fraqueza...
Qualquer mulher fugiria de todos esses homens, problemáticos, chorões, revoltados...Eu? Perco-me de amores por eles, e não desisito até achar que fiz de tudo para os "salvar"! No final a recompensa é sempre agridoce; eles tornam-se pessoas melhores, mais felizes...e eu fujo, com a sensação de dever cumprido, mas com a certeza de que vou adiando a minha felicidade para os outros poderem encontrar a deles!

Qualquer psiquiatra facilmente me diagnosticaria um caso grave de alguém que foge de relacionamentos sérios, e por isso mesmo se envolve sempre com as pessoas erradas...Mas tal não será necessário...tal diagnóstico já eu fiz há muito tempo!Mesmo que não andasse propriamente a "tomar a medicação"!

Agora, posso dizer que ultimamente tenho feito tratamento, auto-ajuda chamem-lhe o que quiserem, e estou melhor, pelo menos fujo desssas personagens malogradas das quais só consigo ter pena e nunca consigo amar. Recomendo-me! :DDD

"Meu amor não quero mais razões p'ra apagar
O que nasce e renasce e nos faz acordar
A locura faz medo se for medo o teu chão
Mas é ar e é terra dentro do coração
É ar e é terra dentro do coração"


Podem arrancar o actor que há um drama, mas nunca libertam o drama que há num actor.... Até nisso o meu egocentrismo não perdoa! :PPPP